10 princípios para manter a saúde do seu bolso

“Cuida do pouco e o muito cuidará de si mesmo. É uma moedinha aqui, uma moedinha ali, gasta para isto, aquilo, e aquele outro, que logo somam muito” (Vida em Família, p. 393)

No mundo agitando e dinâmico em que vivemos, por vezes deixamos alguns detalhes passarem desapercebidos, os quais bem administrados otimiza nossas receitas e diminui as despesas. Cuidar do pouco, dos detalhes, faz a diferença para adquirir sucesso financeiro. Se você observar os itens que se seguem, encontrará um caminho para a economia familiar.

1. Evite comer fora de casa

Isso pode ser prazeroso e trazer momentos felizes com os amigos e familiares, porém o custo de uma refeição no restaurante é muito mais dispendioso, comparado com o mesmo tipo de alimentação feita em casa.

2. Utilize cupons de descontos

Algumas pessoas têm vergonha de utilizar este tipo de bônus, mas lembre-se: desconto é desconto, independente da forma como recebemos. Pode ser por meio de uma promoção ou de um cupom. Comprar um serviço ou produto de qualidade com valor mais em conta é o que importa.

3. Se tiver conserto, não compre um novo

A cultura americana exportou para o mundo o conceito de que tempo é dinheiro. Isso pode ser verdade em algumas ocasiões, mas não em todas. É preciso avaliar e medir o que vale mais: consertar ou comprar um item novo. Tomar a decisão certa ajuda a economizar algum valor.

4. Fale de finanças com sua família

Existem alguns tipos de assuntos que são verdadeiros tabus dentro de casa. Por isso, ter conversas abertas sobre finanças com os filhos e cônjuge é uma forma de evitar certos desgostos familiares. Mostre o orçamento, fale sobre os planos de trocar de carro, tirar férias, entre outros gastos. Demonstre a importância de planejar e economizar para conseguir alcançar os objetivos.

5. Utilize o método 50 – 15 – 35

  1. 50% para gastos mensais;
  2. 15% para investimento ou pagamento de dívidas;
  3. 35% para seu estilo de vida;

Este método ajuda a registrar e visualizar as despesas por atividades. Sua utilização contribui para definir qual estilo de vida é possível ter e qual poderá ser adotado a médio e longo prazo.

6. Anote todas as despesas

Ser minucioso nos registros das despesas pode parecer mesquinho e sem sentido, mas com o passar do tempo você terá a informação necessária para tomar decisões de como maximizar os recursos financeiros.

7. Não tenha serviços que você não utiliza

Cuidado com as promoções em que você só perde. Banda larga de 100MB, por exemplo. Você utiliza 100% do pacote? Se não utiliza, negocie com a operadora e reduza sua conta. Se seu consumo é maior que o contratado, não pague o excedente, pois é muito mais caro. Por isso, contrate pacotes adequados ao seu perfil. Esta dica também serve também para serviços de streaming.

8. Não desperdice

O artigo publicado na Brazilian Journal of Food Technology, intitulado “Perdas e desperdícios de alimentos: reflexões sobre o atual cenário brasileiro”, traz a afirmação de que

“uma família brasileira com cinco pessoas gasta, em média, R$1.532,50 mensalmente com alimentação e, ao considerar a média mundial de 30% de desperdício, evidenciou que, deste valor, R$459,75 são gastos com alimentos que viraram lixo. Ou seja, quase R$500,00 da renda familiar foram perdidos” (Santos et al., 2020, p.5).

Assim, servir ou preparar apenas o que será consumido ajuda na redução das despesas. Se você estiver nessa média, poderá ter uma economia aproximada de R$ 6.000,00 por ano apenas no item alimentação.

9. Não compre sem pesquisar

Comprar por impulso nunca foi e nunca será a melhor opção. Portanto, procure por descontos mediante pagamento à vista. Muitas vezes, pagar no cartão de débito é mais barato que utilizar o cartão de crédito. Pesquisar, comparar e talvez trocar a marca, se for o caso, são iniciativas que trarão economia para o seu bolso.

10. Evite pagar multas e juros

Cuidado com os juros que parecem ser pequenos, mas que são verdadeiros agentes corrosivos do seu orçamento. Para exemplificar, pense em uma fatura de R$ 50,00 que, se paga com atraso, gera multas e juros de R$ 5,00. Parece pouco, apenas R$ 5,00. Porém, quando se observa a taxa, a mesma é equivalente a 10%. No país onde a taxa básica de juros, a Selic, é de 2% ao ano, você precisaria de aproximadamente cinco anos com o mesmo valor investido para recuperar o pagamento da multa.

Procure se pautar por essas dicas e mantenha suas finanças em dia.


Referência

SANTOS, Karin Luise dos et al. Perdas e desperdícios de alimentos: reflexões sobre o atual cenário brasileiro. J. Food Technol., Campinas, v. 23, p. 1-12, e2019134, 2020. Available from http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-67232020000100300 access on 10 Jan.  2021.  Epub Mar 13, 2020.  https://doi.org/10.1590/1981-6723.13419.

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