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Dia 02: Ilustrando o Resgate – 07 de Fevereiro 2020

E farão um santuário para Mim, e Eu habitarei no meio deles. Façam tudo como Eu lhe mostrar, conforme o modelo do tabernáculo e de cada utensílio (Êx 25:8, 9).

No dia em que foi armado o tabernáculo, a tenda que guarda as tábuas da aliança, a nuvem o cobriu. Desde o entardecer até o amanhecer a nuvem por cima do tabernáculo tinha a aparência de fogo. Era assim que sempre acontecia: de dia a nuvem o cobria, e de noite tinha a aparência de fogo. Sempre que a nuvem se levantava de cima da Tenda, os israelitas partiam; no lugar em que a nuvem descia, ali acampavam (Nm 9:15-17).

Quando Cristo veio como sumo sacerdote dos benefícios agora presentes, Ele adentrou o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito pelo homem, isto é, não pertencente a esta criação. Não por meio de sangue de bodes e novilhos, mas pelo Seu próprio sangue, Ele entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, e obteve eterna redenção (Hb 9:11, 12).

Uma coisa pedi ao Senhor; é o que procuro: que eu possa viver na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a bondade do Senhor e buscar Sua orientação no Seu templo. Pois no dia da adversidade Ele me guardará protegido em Sua habitação; no Seu tabernáculo me esconderá e me porá em segurança sobre um rochedo (Sl 27:4, 5).

  • O PLANO PARA CONSTRUIR O SANTUÁRIO

No monte, Deus expôs perante Moisés uma visão do santuário celestial e ordenou que ele fizesse todas as coisas de acordo com o modelo que lhe foi mostrado. Todas essas instruções foram cuidadosamente registradas por Moisés, que as comunicou aos líderes do povo (Patriarcas e Profetas, p. 343).

No preparo do santuário e seus móveis, todo o povo devia cooperar. Havia ocupação para o cérebro e para as mãos. Exigia se uma grande variedade de material, e todos foram convidados a contribuir conforme a boa vontade de seu coração.

Dessa maneira, pelo trabalho e ofertas, eram ensinados a cooperar com Deus e uns com os outros. E também deviam cooperar na preparação do edifício espiritual – o templo de Deus na alma (Educação, p. 37).

  • DEUS IDEALIZOU O MODELO

O tabernáculo foi feito de acordo com a ordem de Deus. O Senhor providenciou homens e os habilitou com aptidões mais do que naturais para realizarem esse trabalho complexo. Nem a Moisés nem àqueles artistas foi permitido planejar a forma e a arte da construção. Deus mesmo idealizou o plano e o apresentou a Moisés, com instruções específicas quanto ao seu tamanho, forma e o material a ser usado, e especificou cada peça do mobiliário que nela devia haver. Apresentou a Moisés um modelo em miniatura do santuário celestial e lhe ordenou que fizesse todas as coisas segundo o exemplo que lhe havia sido mostrado no monte. Moisés escreveu todas as instruções num livro e as leu para as pessoas mais influentes (História da Redenção, p. 151).

O tabernáculo foi construído de tal maneira que podia ser desmontado e levado com os israelitas em todas as suas jornadas. Portanto, era pequeno e não tinha mais de 20 metros de comprimento e seis de largura e altura. Contudo, era uma estrutura magnífica (Patriarcas e Profetas, p. 347).

  • A GLÓRIA DO SANTUÁRIO

Palavras não conseguem descrever a glória do cenário apresentado dentro do santuário – as paredes chapeadas de ouro que refletiam a luz do áureo castiçal; os brilhantes matizes das cortinas esplendidamente bordadas com seus resplendentes anjos; a mesa e o altar de incenso, com seu brilho dourado; atrás do segundo véu, a arca sagrada com os seus querubins e, acima dela, a santa shekinah, manifestação visível da presença de Jeová. Tudo não era apenas um pálido reflexo dos esplendores do templo de Deus no Céu, o grande centro da obra pela redenção do ser humano.

A construção do tabernáculo durou aproximadamente meio ano. Quando ficou pronto, Moisés examinou todo o trabalho dos construtores, comparando-o com o modelo que lhe tinha sido mostrado no monte e com as instruções que havia recebido de Deus. […] Com profundo interesse, as multidões de Israel se juntaram em redor para ver a estrutura sagrada. Enquanto contemplavam aquela cena com reverente satisfação alegria, a coluna de nuvem pairou sobre o santuário e, ao descer, o envolveu (Patriarcas e Profetas, p. 349).

  • A FUNÇÃO DO SACERDOTE

A parte mais importante do ministério diário [no santuário] era a oferta efetuada em prol do indivíduo. O pecador arrependido trazia a sua oferta à porta do tabernáculo e, colocando a mão sobre a cabeça da vítima, confessava seus pecados, transferindo-os assim, de maneira simbólica, para a vítima inocente que seria sacrificada. Depois o animal era morto pelas mãos de seu dono, então o sacerdote levava o sangue até o lugar santo e aspergia diante do véu, atrás do qual estava a arca contendo a lei que o pecador havia transgredido. Com essa cerimônia, por meio do sangue, o pecado era transferido simbolicamente para o santuário (Patriarcas e Profetas, p. 354). O sacerdote, no lugar santo, dirigindo pela fé sua oração ao propiciatório, o qual não podia ver, representava o povo de Deus dirigindo suas orações a Cristo diante do propiciatório no santuário celestial. Eles não veem seu Mediador com os olhos físicos, mas, com os olhos da fé, veem Cristo diante do  propiciatório, dirigem a Ele suas orações e confiantemente reivindicam os benefícios de Sua mediação (História da Redenção, p. 155).

Somente uma vez por ano, o sumo sacerdote podia entrar no lugar santíssimo, depois de um preparo muito cuidadoso e solene. Nenhum olho humano, exceto o do sumo sacerdote, podia ver a sagrada grandeza desse compartimento, porque era o lugar especial de habitação da glória visível de Deus. O sumo sacerdote sempre entrava com profunda reverência, enquanto o povo aguardava seu retorno com solene silêncio. […]

Se ele permanecia no santíssimo mais tempo do que o normal, o povo ficava, muitas vezes, tomado de pavor, temendo que,por causa de seus pecados ou algum pecado do sacerdote, a glória do Senhor o tivesse fulminado. Mas, quando o sonido das campainhas de suas vestes era ouvido, ficavam bastante aliviados. Ele então saía e abençoava o povo (ibid., p. 155, 156). […] completando, com essa cerimônia, o ciclo anual de serviços religiosos (Patriarcas e Profetas, p. 355).

  • O SÍMBOLO DA OBRA DE CRISTO

Do mesmo modo como Cristo, por ocasião de Sua ascensão, compareceu à presença de Deus para interceder com Seu sangue em favor dos crentes arrependidos, semelhantemente o sacerdote, no ministério diário, aspergia o sangue do sacrifício no lugar santo em favor do pecador.

O sangue de Cristo, ao mesmo tempo que livraria da condenação da lei o pecador arrependido, não cancelaria o pecado; ele ficaria registrado no santuário até a expiação final. Assim também, no cerimonial tipológico, o sangue da oferta pelo pecado removia o pecado do penitente, mas este permanecia no santuário até o Dia da Expiação.

No grande dia do acerto final, os mortos devem ser “julgados, segundo as suas obras, conforme o que se [acha] escrito nos livros” (Ap 20:12). Então, pela virtude do sangue expiatório de Cristo, os pecados de toda pessoa verdadeiramente arrependida serão eliminados dos livros do Céu (Patriarcas e Profetas, p. 357, 358).

  • A HABITAÇÃO DE DEUS COM A HUMANIDADE

O santuário no Céu é o próprio centro da obra de Cristo em favor dos homens. Ele diz respeito a cada um que vive na Terra. Abre ante nossos olhos o plano da redenção, conduzindo-nos através do tempo ao próprio fim, e revelando o triunfante resultado da controvérsia entre justiça e pecado. É da máxima importância que todos investiguem inteiramente esses assuntos, e sejam capazes de dar a cada um que lhes peça a razão para a esperança que neles há (Review and Herald, 9 de novembro de 1905).

Onde abundou o pecado, superabundou a graça de Deus. A Terra, o próprio campo que Satanás reclama como seu, não tem de ser apenas redimido, mas exaltado. Nosso pequenino mundo, sob a maldição do pecado a única mancha escura de Sua gloriosa criação, será honrado acima de todos os outros mundos do Universo de Deus. Aqui, onde o Filho de Deus habitou na humanidade; onde o Rei da Glória viveu e sofreu e morreu – aqui, quando Ele houver feito novas todas as coisas, será o tabernáculo de Deus com os homens […]. E através dos séculos infindos, enquanto os remidos andam na luz do Senhor, hão de louvá-Lo por Seu inefável Dom (Maranata!, p. 370).


MOTIVO DE ORAÇÃO

1. Para que as 10 horas de jejum e oração de amanhã promovam o início de um reavivamento em minha vida e na igreja.

 

2. Para que meus cinco amigos de oração aceitem estudar a Bíblia.

 

3. Por meu amigo que está afastado da igreja.


ATIVIDADE MISSIONÁRIA

Entrar em contato com meu amigo que está afastado da igreja e agendar um horário para visitá-lo amanhã ou em algum momento desta semana.

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