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Dia 03: A Encarnação do Resgate – 08 de Fevereiro 2020

Aquele que é a Palavra tornou-Se carne e viveu entre nós. Vimos a Sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade (Jo 1:14).

A virgem ficará grávida e dará à luz um filho, e O chamarão “Emanuel”, que significa “Deus conosco” (Mt 1:23).

Porque, aquilo que a Lei fora incapaz de fazer por estar enfraquecida pela carne, Deus o fez, enviando Seu próprio Filho, à semelhança do homem pecador, como oferta pelo pecado (Rm 8:3). Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-Se; mas esvaziou-Se a Si mesmo, vindo a ser servo, tornando-Se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-Se a Si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz! (Fp 2:5-8).

Pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado (Hb 4:15).

Está vestido com um manto tingido de sangue, e o seu nome é Palavra de Deus (Ap 19:13).

Não há dúvida de que é grande o mistério da piedade: Deus foi manifestado em corpo, justificado no Espírito, visto pelos anjos, pregado entre as nações, crido no mundo, recebido na glória (1Tm 3:16).

Portanto, visto que os filhos são pessoas de carne e sangue, Ele também participou dessa condição humana, para que, por Sua morte, derrotasse aquele que tem o poder da morte, isto é, o Diabo, e libertasse aqueles que durante toda a vida estiveram escravizados pelo medo da morte (Hb 2:14, 15).

  • IRMÃO NOS SOFRIMENTOS

O Filho de Deus Se rebaixou para levantar os caídos. Para isso, Ele deixou os mundos sem pecado, as 99 ovelhas que O amavam, e veio à Terra para ser “traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades” (Is 53:5). Em tudo foi feito semelhante aos irmãos (Hb 2:17). Tornou-Se carne como nós. Ele soube o que significa ter fome, sede e cansaço. Foi sustentado pelo alimento e restaurado pelo sono. Foi estrangeiro e peregrino na Terra – estava no mundo, mas não era do mundo; foi tentado e provado como os homens e mulheres de hoje, vivendo, contudo, uma vida sem pecado. Cheio de ternura, compaixão e simpatia, sempre gentil para com os outros, Ele representava o caráter de Deus (Atos dos Apóstolos, p. 472).

  • VEIO PARA DESMASCARAR AS ACUSAÇÕES DE SATANÁS

Cristo deixou Sua posição nas cortes celestiais e veio à Terra viver a vida dos seres humanos. Ele fez esse sacrifício para mostrar que a acusação de Satanás contra Deus é falsa. Demonstrou que é possível ao homem obedecer às leis do reino de Deus. Igual ao Pai, honrado e adorado pelos anjos, Cristo humilhou-Se a Si mesmo em nosso favor e veio à Terra viver uma vida de humildade e pobreza – ser um homem de dores e que sabe o que é padecer. No entanto, a essência da divindade estava em Sua humanidade. Ele veio como Mestre divino, para erguer os seres humanos, para aumentar sua eficiência física, mental e espiritual (Exaltai-O, p. 236).

  • UMA VIDA DEDICADA AO ENSINO

Muitos educadores nas escolas da atualidade estão praticando o engano ao conduzirem seus alunos a campos de estudo relativamente inúteis, os quais exigem tempo, concentração e recursos que deveriam ser empregados para obter a educação superior que Cristo veio transmitir. Ele assumiu a forma humana para que pudesse elevar a mente, das lições que os homens consideravam essenciais para as que envolvem consequências eternas. Ele viu o mundo envolto em engano satânico. Viu homens seguindo resolutamente sua própria imaginação, pensando ter alcançado tudo se descobrissem como poderiam ser chamados grandes no mundo. Mas não obtiveram mais que a morte. Cristo colocou-Se nos caminhos e atalhos da Terra e contemplou a multidão em sua ansiosa busca de felicidade, certos de que em cada novo projeto que formavam haviam descoberto o modo de ser deuses neste mundo. Cristo chamou-lhes a atenção para cima, dizendo-lhes que o único conhecimento verdadeiro é o conhecimento de Deus e de Cristo, o qual trará paz e felicidade na vida atual e assegurará o dom gratuito de Deus, a vida eterna. Instou com Seus ouvintes, como homens que possuíam a faculdade do raciocínio, a não deixarem a eternidade fora de suas cogitações. “Buscai primeiro o Reino de Deus, e a Sua justiça” – disse Ele – “e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6:33) (Fundamentos da Educação Cristã, p. 469, 470).

  • SEGUNDO O MODELO

Foi para salvar os pecadores que Cristo deixou Seu lar no Céu, e veio à Terra para sofrer e morrer. Por isso Ele Se fatigou, agoniou-Se e orou, até o ponto de, com o coração partido e abandonado por aqueles a quem veio salvar, derramar Sua vida no Calvário.

Muitos se esquivam de uma vida como a que viveu nosso Salvador. Sentem que requer muito sacrifício imitar o Modelo […]. Mas quando o cristão se considera apenas um humilde instrumento nas mãos de Cristo e se esforça por cumprir fielmente todo dever, confiando no auxílio prometido por Deus, então tomará o jugo de Cristo […]. Ele poderá olhar para cima com ânimo e confiança, e dizer: “Eu sei em quem tenho crido” (2Tm 1:12) (Santificação, p. 82).

  • ELE AGIU VOLUNTARIAMENTE

Ele assumiu voluntariamente a natureza humana. Foi um ato realizado por Sua própria iniciativa e consentimento. Revestiu Sua divindade com a humanidade. Durante todo o tempo na Terra, Ele era como Deus, mas não tinha a aparência de Deus. Velou as demonstrações da divindade que haviam merecido a homenagem e inspirado a admiração do Universo de Deus. Ele era Deus enquanto estava na Terra, mas Se despiu da forma de Deus e, em seu lugar, tomou a forma e a aparência humanas. Andou na Terra como um homem. Ele Se fez pobre por amor de nós, para que, pela Sua pobreza, nos tornássemos ricos. Colocou de lado Sua glória e majestade. Era Deus, mas as glórias da forma divina foram, durante algum tempo, renunciadas por Ele. Embora andasse entre os seres humanos em pobreza, espalhando bênçãos por onde quer que fosse, a uma palavra Dele legiões de anjos teriam cercado seu Redentor e Lhe rendido homenagens. Mas andou na Terra sem ser reconhecido ou confessado por Suas criaturas, salvo poucas exceções. A atmosfera em que viveu era poluída por pecado e maldições, em lugar das antífonas de louvor. Sua vida foi em pobreza e humilhação. Enquanto ia de uma parte a outra em Sua missão de misericórdia, para dar alívio aos doentes e ânimo aos deprimidos, escassas vozes solitárias O bendiziam, e os maiorais da nação passavam por Ele com desdém.

Contraste-se isso com as riquezas de glória e a abundância de louvor que flui das línguas imortais, com os milhões de magníficas vozes no universo de Deus em antífonas de adoração. Mas Ele Se humilhou e tomou a mortalidade sobre Si. Como membro da família humana, era mortal; mas, como Deus, era a fonte de vida para o mundo. Em Sua pessoa divina, Ele podia ter resistido para sempre aos avanços da morte e recusado colocar-Se sob seu domínio; mas voluntariamente depôs a vida para que, ao fazê-lo, pudesse dar vida e trazer à luz a imortalidade. Carregou os pecados do mundo e suportou sua penalidade, que rolou como uma montanha sobre Sua alma divina. Ele entregou Sua vida como um sacrifício para que o homem não morresse eternamente. Morreu, não porque fosse obrigado a fazê-lo, mas de livre vontade. Isso foi humildade. Todo o tesouro do Céu foi derramado em um único dom para salvar o homem caído. Ele trouxe para Sua natureza humana todas as energias vitalizantes que os seres humanos precisarão e que devem receber (Comentário Bíblico Adventista, v. 5, p. 1.258).

  • A HUMANIDADE DE JESUS POR TODA A ETERNIDADE

Cristo ascendeu ao Céu, como portador de uma humanidade santa e santificada. Levou consigo essa humanidade, para as cortes celestiais, e, através dos séculos eternos, Ele a manterá, como Aquele que redimiu todo ser humano da cidade de Deus, Aquele que pleiteou perante o Pai: “Na palma das Minhas mãos, te tenho gravado” (Is 49:16). As palmas de Suas mãos trazem a cicatriz dos ferimentos que recebeu. Se somos machucados e feridos, se encontramos problemas que são difíceis de vencer, lembremo-nos de quanto Cristo sofreu por nós. Devemos nos assentar junto com nossos irmãos nos lugares celestiais, em Cristo. Que a bênção celestial encha nosso coração! Jesus assumiu a natureza da humanidade com o objetivo de revelar ao homem um amor puro, altruísta, e nos ensinar como amar uns aos outros.

Como homem, ascendeu ao Céu. Como homem, é o Substituto da humanidade. Como homem, vive para fazer intercessão por nós. Como homem, virá outra vez com majestoso poder e glória, a fim de buscar os que O amam e para quem está preparando lugar (Visões do Céu, p. 45, 46).


MOTIVO DE ORAÇÃO

1. Por reavivamento na vida dos líderes da minha igreja.

 

2. Para que meus cinco amigos de oração aceitem estudar a Bíblia.

 

3. Por meu amigo que está afastado da igreja.


ATIVIDADE MISSIONÁRIA

Visitar meu amigo que está afastado da igreja, orar com ele e convidá-lo para participar do encerramento dos 10 Dias de Oração e almoçar comigo no próximo sábado.

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É um grande privilégio de elaboração do site PORTAL ADVENTISTA DE BAIXO GUANDU/ES, no dia 18 de Setembro 2014 para a divulgação aqui na cidade local, regional e em todos os Países. Nosso Objetivo é divulgarmos os programas, materiais entre outros que se realizam na Igreja Adventista do Sétimo Dia, em prol do Evangelho Eterno, assim diz o Senhor: “ Breve Jesus Cristo Voltará” Apocalipse 22:1-21. Portanto não será então em benefício próprio, sim a necessidade desse divulgação nessa cidade que todos se entregam sua vida a Jesus Cristo, nosso Salvador. Att: Thiago Amaral de Oliveira - Baixo Guandu/ES.

Além disso, verifique!

Tema 1 – A necessidade do resgate | 10 Dias de Oração (áudio)

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