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Dia 06: O Resgate dos Feridos – 11 de Fevereiro 2020

Todos os publicanos e pecadores estavam se reunindo para ouvi-Lo. Mas os fariseus e os mestres da lei O criticavam: “Este homem recebe pecadores e come com eles.” Então Jesus lhes contou esta parábola: Qual de vocês que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma, não deixa as noventa e nove no campo e vai atrás da ovelha perdida, até encontrá-la? E quando a encontra, coloca-a alegremente nos ombros e vai para casa. Ao chegar, reúne seus amigos e vizinhos e diz: “Alegrem-se comigo, pois encontrei minha ovelha perdida.” Eu lhes digo que, da mesma forma, haverá mais alegria no Céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não precisam arrepender-se (Lc 15:1-7). O que acham vocês? Se alguém possui cem ovelhas, e uma delas se perde, não deixará as noventa e nove nos montes, indo procurar a que se perdeu? E se conseguir encontrá-la, garanto-lhes que ele ficará mais contente com aquela ovelha do que com as noventa e nove que não se perderam. Da mesma forma, o Pai de vocês, que está nos Céus, não quer que nenhum destes pequeninos se perca (Mt 18:12-14).

Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido (Lc 19:10). Assim como o pastor busca as ovelhas dispersas quando está cuidando do rebanho, também tomarei conta de Minhas ovelhas. Eu as resgatarei de todos os lugares para onde foram dispersas num dia de nuvens e de trevas (Ez 34:12).

  • A COMPAIXÃO DO SENHOR

Congregando-se os “publicanos e pecadores” em volta de Cristo, os rabinos exprimiram seu desagrado. “Este recebe pecadores”, disseram, “e come com eles” (Lc 15:1, 2). […] Ficavam contrariados também ao ver que os que manifestavam desprezo aos rabinos e nunca eram vistos nas sinagogas se agregassem ao redor de Jesus e, com atenção arrebatada, escutassem Suas palavras. Os escribas e fariseus sentiam-se reprovados naquela presença pura; mas como os publicanos e pecadores podiam se sentir atraídos a Jesus? Não sabiam [aqueles líderes] que a explicação estava justamente nas palavras que pronunciaram, como acusação carregada de insulto: “Este recebe pecadores” (Lc 15:2). As pessoas que iam se encontrar com Jesus sentiam em Sua presença que, mesmo para elas, havia escape do abismo do pecado. Os fariseus só tinham escárnio e condenação em relação a elas; Cristo, porém, as recebia como filhos de Deus, que na verdade se afastaram da casa paterna, mas não foram esquecidas pelo coração do Pai. Justamente sua miséria e pecados os tornavam ainda mais o objeto de Sua compaixão. Quanto mais haviam se desviado Dele, tanto mais forte o desejo e maior o sacrifício para salvá-los (Parábolas de Jesus, p. 185, 186).

  • O CUIDADO DO PASTOR

Cristo não lembrou aos Seus ouvintes desta vez as palavras da Escritura. Apelou ao testemunho da própria experiência deles. Os planaltos que se estendiam ao longe, ao oriente do Jordão, ofereceriam vastas pastagens para rebanhos, e, pelos desfiladeiros e colinas arborizadas, desgarrava-se muita ovelha perdida, para ser procurada e trazida de volta pelo cuidado do pastor. Entre a multidão que rodeava Jesus, havia pastores e também homens que investiam dinheiro em rebanhos e gado; e todos podiam apreciar Sua ilustração. “Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e não vai após a perdida até que venha a achá-la?” (Lc 15:4).

Essas pessoas que vocês desprezam, dizia Jesus, são propriedade de Deus. Pertencem-Lhe pela criação e redenção, e a Seus olhos são de grande valor. Assim como o pastor ama as ovelhas e não pode sossegar enquanto uma única lhe falta, também Deus, em grau infinitamente mais alto, ama todo perdido. Os homens podem negar as reivindicações de Seu amor. Podem se desviar Dele, podem escolher outro mestre; contudo, pertencem a Deus, e Ele deseja recuperar Sua propriedade (Parábolas de Jesus, p. 186, 187).

  • CRISTO TERIA MORRIDO POR APENAS UMA PESSOA

Na parábola, o pastor sai em busca de uma ovelha – o mínimo que pode ser numerado. Assim, se houvesse apenas uma pessoa perdida, Cristo teria morrido por ela. A ovelha desgarrada do rebanho é a mais desamparada de todas as criaturas. Precisa ser procurada pelo pastor, pois não pode, sozinha, encontrar o caminho de volta. O mesmo se dá com a pessoa que se desviou de Deus; está tão desamparada quanto a ovelha perdida, e se o amor divino não fosse salvá-la, jamais poderia achar o caminho para Deus.

Quanto mais escura e tempestuosa a noite, e quanto mais perigoso o caminho, tanto maior é a apreensão do pastor e tanto mais diligentemente a procura. Cristo faz todos os esforços possíveis para encontrar a ovelha perdida (Parábolas de Jesus, p. 187, 188).

  • NINGUÉM É DEIXADO SEM AUXÍLIO

Com que alívio ouve a distância o primeiro fraco balido! Seguindo o som, sobe às mais íngremes alturas, chega, com o perigo da própria vida, até à borda do precipício. Deste modo procura, enquanto o balido mais e mais fraco lhe diz que a ovelha está prestes a sucumbir. Por fim, seu esforço é recompensado; achou a perdida. Não a repreende por lhe haver causado tanta fadiga; não bate nela com chicote, nem tenta guiá-la para casa. Em sua alegria toma sobre os ombros a criatura trêmula; se está machucada, acolhe-a nos braços e aperta-a de encontro ao peito para que o calor de seu próprio coração lhe comunique vida. Feliz porque seu esforço não foi em vão, carrega-a de volta ao redil.

Quando a ovelha extraviada é recolhida afinal, a alegria do pastor se exprime em cânticos de felicidade. […] Igualmente o Céu e a Terra unem-se em ações de graças e alegria quando um pecador é achado pelo grande Pastor de ovelhas. […] Deus Se entregou a Si mesmo em Seu Filho, para que tivesse a alegria de recuperar a ovelha que se perdera.

A parábola não fala de fracasso, mas de êxito e alegria pela recuperação. Eis a garantia divina, de que nenhuma das ovelhas extraviadas do redil de Deus é desprezada, nem abandonada sem socorro. Cristo salvará a cada um que se queira deixar redimir do abismo da corrupção e dos espinheiros do pecado (Parábolas de Jesus, p. 188-191).

  • UM TRABALHO NEGLIGENCIADO

Os fariseus entenderam a parábola de Cristo como uma repreensão feita a eles. Em vez de aceitar a crítica da obra que Ele realizava, reprovou-os por negligenciar os publicanos e pecadores. Não o fez abertamente, para que contra Ele não cerrassem o coração. Porém, a ilustração lhes apresentava justamente a obra que Deus exigia e eles tinham deixado de executar. Se fossem verdadeiros pastores, esses guias de Israel teriam efetuado a obra de um pastor. Teriam manifestado a misericórdia e o amor de Cristo, unindo-se a Ele em Sua missão.

Todo pecador que Cristo salvou é chamado a atuar em Seu nome pela salvação dos perdidos. Essa obra tinha sido negligenciada em Israel. Não é também hoje negligenciada pelos que professam ser seguidores de Cristo? Quantos afastados, caro leitor, você procurou e trouxe ao redil? Você reconhece o desprezo aos que Cristo procura, quando se desvia dos que parecem pouco promissores e não atraentes? Justamente no momento em que você se esquiva deles, podem carecer muito de sua compaixão. Em toda assembleia de culto, há os que anseiam descanso e paz. Podem parecer como se vivessem indiferentemente, mas não são insensíveis à influência do Espírito Santo. Muitos deles podem ser ganhos para Cristo. Oh, que falta de profunda e tocante simpatia pelos tentados e errantes! Oh, se houvesse mais do espírito de Cristo e menos, muito menos, do próprio eu! (Parábolas de Jesus, p. 191, 192).

  • COMPREENSÃO E APOIO

Devemos nos esforçar por compreender as fraquezas dos outros. Pouco sabemos nós das provas de coração daqueles que têm estado ligados em cadeias de trevas, a quem falta resolução e poder moral. Por demais lastimável é a condição daquele que sofre ao peso do remorso; é como uma pessoa aturdida, cambaleante, a afundar-se no pó. Não pode ver nada com clareza. A mente se acha obscurecida, não sabe que passo há de dar. […] É mal compreendida, mal apreciada, cheia de aflição e de angústia – uma ovelha desgarrada, perdida. Não pode encontrar a Deus, e experimenta todavia intenso anseio de perdão e de paz.

Oh, não deixeis escapar nenhuma palavra que vá causar dor mais profunda ainda! À alma cansada de uma vida de pecado, mas não sabendo onde encontrar alívio, apresentai o compassivo Salvador. Tomai-a pela mão, erguei-a, dirigi-lhe palavras de ânimo e esperança. Ajudai-a a segurar a mão do Salvador (A Ciência do Bom Viver, p. 168).


MOTIVO DE ORAÇÃO

1. Por decisões importantes que devo tomar em minha vida.

 

2. Para que meus cinco amigos de oração aceitem estudar a Bíblia.

 

3. Por meu amigo que está afastado da igreja.


ATIVIDADE MISSIONÁRIA

Compartilhar o livro missionário físico ou digital com meus cinco amigos de oração e com meu amigo que está afastado da igreja. (O livro virtual está disponível em: esperanca.com.br/livros/).

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É um grande privilégio de elaboração do site PORTAL ADVENTISTA DE BAIXO GUANDU/ES, para a divulgação aqui na cidade local. Nosso Objetivo é divulgarmos os programas que se realizam na Igreja Adventista do Sétimo Dia em Baixo Guandu/ES, em prol do Evangelho Eterno, assim diz o Senhor: “ Breve Jesus Cristo Voltará” Apocalipse 22:1-21. Portanto não será então em benefício próprio, sim a necessidade desse divulgação nessa cidade que todos se entregam sua vida a Jesus Cristo, nosso Salvador.

Além disso, verifique!

Tema 1 – A necessidade do resgate | 10 Dias de Oração (áudio)

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