Sermão – Sábado de Jejum e Oração – Textos

 

CONSAGRAÇÃO E RESTAURAÇÃO

“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” (2 Crônicas 7:14 – ARC).

I – INTRODUÇÃO

O texto de 2 Crônicas 7:14 que acabamos de ler narra a essência da resposta de Deus à oração feita por Salomão por ocasião da inauguração do grande templo de Deus.

Salomão acabara de edificar e consagrar o suntuoso templo do Senhor, foram sete anos de construção e finalmente o desejo e sonho de seu pai Davi fora realizado. Na cerimônia de dedicação, Salomão ergue uma memorável prece ao Senhor diante de toda congregação (2 Cr. 6:12-42).

Dentre as súplicas expressadas por Salomão vamos ler duas delas que se encontram em 2 Cr 6:26-30:

1) Quando os céus se cerrarem, e não houver chuva, por ter o povo pecado contra ti, e ele orar neste lugar, e confessar o teu nome, e se converter dos seus pecados, havendo-o tu afligido, ouve tu nos céus, perdoa o pecado de teus servos e do teu povo de Israel, ensinando-lhes o bom caminho em que andem, e dá chuva na tua terra que deste em herança ao teu povo.” (2 Crônicas 6:26,27 – grifo nosso).

2) “Quando houver fome na terra ou peste, quando houver crestamento ou ferrugem, gafanhotos e larvas, quando o seu inimigo o cercar em qualquer das suas cidades ou houver alguma praga ou doença, toda oração e súplica, que qualquer homem ou todo o teu povo de Israel fizer, conhecendo cada um a sua própria chaga e a sua dor, e estendendo as mãos para o rumo desta casa, ouve tu dos céus, lugar da tua habitação, perdoa e dá a cada um segundo todos os seus caminhos” (2 Crônicas 6:28-30 – grifo nosso).

A tônica da oração de Salomão era RESTAURAÇÃO como resultado da CONSAGRAÇÃO.

Para o povo receber de volta as chuvas e ter suas lavouras RESTAURADAS teria que se CONSAGRAR – ou seja, teria que “orar”, “confessar” e “se converter dos seus pecados”.

Para o povo ser RESTAURADO da fome, dos gafanhotos, das pestes, das pragas e das doenças ele teria que se RECONSAGRAR a Deus através da “oração”, da “súplica” e do reconhecimento de “sua própria chaga”, ou seja, de seu próprio pecado.

O templo seria um lugar de CONSAGRAÇÃO através da oração, súplica, confissão, arrependimento e humilhação; e, como resultado deste reavivamento, suas vidas seriam reformadas e RESTAURADAS.

Após Salomão concluir sua oração e toda a solenidade de dedicação do templo (2 Cr 7:11), o Senhor apareceu a ele e apresentou Sua resposta:

“De noite, apareceu o Senhor a Salomão e lhe disse: Ouvi a tua oração e escolhi para mim este lugar para casa do sacrifício.

Se eu cerrar os céus de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo;

se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.” (2 Crônicas 7:12-14 ARA – grifo nosso).

Notemos que os mesmos pedidos de RESTAURAÇÃO (da seca, dos gafanhotos e da peste) que Salomão havia feito em sua oração Deus respondeu prometendo atendê-los. As mesmas atitudes de CONSAGRAÇÃO (através da oração, humilhação, súplica e conversão) mencionadas por Salomão são confirmadas por Deus como condições para o cumprimento das promessas.

Isto significa que O Nosso Deus tem um profundo desejo de cumprir as Suas promessas, de abençoar e RESTAURAR a sorte de seu povo, de ouvir suas preces e atender suas súplicas, desde que cumpramos os requisitos de CONSAGRAÇÃO apresentados por Ele.

II – REQUISITOS PARA A RESTAURAÇÃO

A conjunção condicional “se” aparece cinco vezes na resposta de Deus a Salomão.

Três delas estão relacionadas às possíveis situações de calamidade que gerariam a necessidade de uma RESTAURAÇÃO: 1) “se eu cerrar os céus”; 2) se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra”; 3) “se enviar a peste”.

As outras duas vezes se referem às condições de CONSAGRAÇÃO para o cumprimento das promessas de livramento: 1) se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar”; 2) “e se converter dos seus maus caminhos”.

Deus faz três promessas de RESTAURAÇÃO como resultado da CONSAGRAÇÃO:

1) “eu ouvirei dos céus”

2) “perdoarei os seus pecados”

3) “sararei a sua terra”

Através de Salomão Deus prometeu ao povo que se esse se humilhasse, orasse, buscasse Sua face e se convertesse de Seus maus caminhos, Ele ouviria, perdoaria e sararia sua Terra. E se Deus promete, Ele cumpre. Se você crê nisso exclame AMÉM!!!

A essa altura da mensagem podemos fazer algumas perguntas:

1) Deus continua tendo o mesmo desejo e disposição para cumprir Suas promessas hoje?

2) Quais são as principais promessas de Deus para nós que vivemos no tempo do fim?

3) Deus ouve e atende qualquer pedido feito a Ele?

Para respondermos a estas perguntas e entendermos melhor as promessas de Deus para o Seu povo hoje, precisamos fazer uma distinção entre os tipos de promessas que se encontram na Bíblia.

 

III – DOIS TIPOS DE PROMESSAS

1) As “Promessas Espirituais – sobre perdão dos pecados, sobre o Espírito Santo, sobre o derramamento do poder para fazer sua obra – estas estão disponíveis sempre (leia também Atos 2:38,39)

2) Já as promessas de bênçãos temporais, sobre a própria vida, são concedidas algumas vezes e outras não, de acordo com a providência de Deus.”

Vejamos, por exemplo, Isaías 43:2: “… Quando você andar através do fogo, você não se queimará; as chamas não o deixarão em brasas.” Deus cumpriu essa promessa maravilhosa em benefício dos três amigos que foram jogados na fornalha ardente (Daniel 3).

Por outro lado, os reformadores religiosos John Huss e Jerônimo foram queimados em uma fogueira em Constança. Poderíamos dizer que suas orações não foram atendidas. Entretanto será que não foram respondidas de uma forma que para nós é desconhecida? Um escritor papal descreveu a morte deles da seguinte maneira: “Ambos foram valentes durante a aproximação de sua última hora. Prepararam-se para ir para a fogueira como se estivessem indo para uma festa de casamento; não se podia ouvir um grito de dor. Enquanto as chamas cresciam, cantavam hinos e apenas a veemência do fogo pôde calar seu canto.” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 110).

Se alguém está sendo queimado é normal que grite. Seu comportamento mostrou que Deus interveio, talvez não de uma forma visível para nós. Isto nos mostra que as promessas temporais têm grande importância para nós.

Apesar das promessas de bênçãos temporais serem importantes, a busca pelo cumprimento das promessas espirituais é que determinará nosso destino final, por isso se constituem hoje o maior interesse de Deus e nossa maior necessidade.

 

IV – O MAIOR INTERESSE DE DEUS E NOSSA MAIOR NECESSIDADE

“Um reavivamento da verdadeira piedade entre nós, eis a maior e a mais urgente de todas as nossas necessidades. Buscá-lo deve ser nossa primeira ocupação. Importa haver diligente esforço para obter a bênção do Senhor, não porque Deus não esteja disposto a outorgá-la, mas porque nos encontramos carecidos de preparo para recebê-la. Nosso Pai celeste está mais disposto a dar Seu Espírito Santo àqueles que Lho peçam, do que pais terrenos o estão a dar boas dádivas a seus filhos. Cumpre-nos, porém, mediante confissão, humilhação, arrependimento e fervorosa oração, cumprir as condições estipuladas por Deus em Sua promessa para conceder-nos Sua bênção. Só podemos esperar um reavivamento em resposta à oração.” (Mensagens Escolhidas 1:121).

Neste texto do Espírito de Profecia há uma grande similaridade com o que falamos até aqui.

1) Deus tem uma promessa de RESTAURAÇÃO para outorgar ao Seu povo no tempo do fim – O Espírito Santo.

2) Nós temos um requisito de CONSAGRAÇÃO a cumprir para receber a promessa – O Reavivamento.

Embora as bênçãos temporais, como o fim da pandemia, a recuperação da economia e o retorno da normalidade, sejam importantes, a RESTAURAÇÃO espiritual através de um reavivamento é essencialmente nossa maior necessidade para hoje.

  1. Helmut Haubeil, Passos para o Reavivamento Pessoal (Casa de Publicações Austríaca), p. 84.
  2. Morris L. Venden, 95 Theses on Righteousness by Faith (Pacific Press, 1987), p. 60

Devemos continuar orando pelos enfermos, pelas famílias enlutadas e pelos guerreiros e guerreiras que são os profissionais de saúde que estão nos hospitais, mas nosso maior esforço, atenção e foco devem se concentrar na busca pelo Espírito Santo, que trará solução não somente para as questões temporais, mas sobretudo as bênçãos de efeito eterno.

Deus tem uma verdade para cada tempo presente, promessas específicas para cada época. Mas, apesar dos tipos de necessidades de RESTAURAÇÃO variarem de acordo com as circunstâncias de cada momento, os requisitos de CONSAGRAÇÃO para o cumprimento das promessas continuam absolutamente os mesmos:

No passado Deus listou os requisitos de consagração para Salomão: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.” (2 Crônicas 7:14 ARA – grifo nosso).

Hoje Deus lista para nós praticamente os mesmos requisitos: “Cumpre-nos, porém, mediante confissão, humilhação, arrependimento e fervorosa oração, cumprir as condições estipuladas por Deus em Sua promessa para conceder-nos Sua bênção.” (Mensagens Escolhidas 1:121).

“Cristo prometeu o dom do Espírito Santo a sua Igreja, e a promessa a nós pertence tanto quanto pertencia aos primeiros discípulos. Mas como todas as outras promessas, são dadas sob condições.” (DTN, p. 672).

 

V – A ORAÇÃO E O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO

Os requisitos de CONSAGRAÇÃO (confissão, humilhação, arrependimento, busca pela face de Deus, conversão dos maus caminhos) para o cumprimento da promessa de RESTAURAÇÃO pelo Espírito Santo se resumem em ORAÇÃO.

EGW conclui o texto que lemos com a seguinte frase: “Só podemos esperar um reavivamento em resposta a oração.” (Mensagens Escolhidas 1:121).

A oração resume todas as demais necessidades espirituais do cristão para o cumprimento da promessa: A confissão só acontece em oração, o arrependimento é expresso pela oração, a busca da face de Deus se dá por meio da oração, a prova da humildade é a dependência de Deus através da oração e a conversão dos maus caminhos começa com a oração.

Talvez seja por esta razão que Deus inspirou EGW a escrever as seguintes declarações sobre a oração:

  1. “a oração é a chave nas mãos da fé para abrir o celeiro do Céu, onde se acham armazenados os ilimitados recursos da Onipotência.” (Caminho a Cristo 94).
  2. “As maiores vitórias da igreja de Cristo, ou do cristão em particular, não são as que são ganhas pelo talento ou educação, pela riqueza ou favor dos homens. São as vitórias ganhas na sala de audiência de Deus, quando uma fé cheia de ardor e agonia lança mão do braço forte da oração.” (Patriarcas e Profetas, 139).

1. A HUMILDADE E A ORAÇÃO

1) A humildade é o único solo em que pode brotar a graça de Deus para nos RESTAURAR.

2) “Eu costumava pensar que os dons do Espírito estavam em uma prateleira alta; quanto mais eu crescia, mais eu conseguia alcançar. Agora eu sei que eles estão em uma prateleira baixa, e quanto mais humilde eu fico, mais eu posso alcançar.” (autor desconhecido).

2. A BUSCA DA FACE DO SENHOR E A ORAÇÃO

1) “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face…” (2 Crônicas 7:14 – NVI).

2) Esta não é uma busca superficial. A palavra “face” aqui denota a presença pessoal de Deus, todo o Seu ser.

3) Buscar a face de Deus é mais do que uma simples oração, é suplicar, clamar, implorar. Buscar intensa e desesperadamente.

4) O salmista expressou esse tipo de busca no salmo 42: “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando irei e me verei perante a face de Deus?” (Salmos 42:1,2).

5) ILUSTRAÇÃO: O Salmista compara o seu desejo pela presença de Deus com o desejo da corça pelas águas. Ele usa a figura de um animal que chega ao ponto do desespero quando lhe falta algo que é essencial à sua vida. Para a corça a água é uma questão de vida ou morte. O que podemos aprender com a corça? Todas as vezes que a corça fica por um longo período longe de rios e lagos, seu corpo começa a gerar um odor tão forte a ponto de chamar atenção dos seus predadores, se tornando vulnerável ao inimigo. Ela então ergue seu focinho para cima, buscando o cheiro das águas com seu faro aguçado, e quando seus predadores a encontram, corre desesperadamente até encontrar um ribeiro de águas, ela pula na água e vai o mais fundo possível, permanecendo apenas com seu focinho fora da água. Seus inimigos têm medo de se afogar e permanecem por horas nas margens até serem vencidos pelo cansaço e irem embora.

6) As águas representam a presença de Deus em nossa vida. E a busca por Deus em nossa vida é uma questão de vida ou morte espiritual. Busquemos a face de Deus suplicando, clamando, rogando e implorando desesperadamente.

3. A CONFISSÃO E A ORAÇÃO

1) Não existe confissão sem oração. A confissão é parte essencial da oração a Deus. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 João 1:9).

2) “Foi pela confissão e pelo abandono do pecado, por meio de fervorosa oração e da entrega pessoal a Deus, que os discípulos se prepararam para o derramamento do Espírito Santo no dia de Pentecostes. O mesmo trabalho, apenas em grau mais elevado, deve ser feito agora.” (Testemunhos para Ministros, p. 507.1).

4. O ARREPENDIMENTO, O ABANDONO DOS MAUS CAMINHOS E A ORAÇÃO

1) O arrependimento e o abandono dos maus caminhos começam com uma vida de oração. Ambos são pré-requisitos necessários para que recebamos o poder do Espírito Santo em abundância.

2) “Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.” (Atos 2:38).

3) “A confissão não será aceitável a Deus sem o sincero arrependimento e reforma. É preciso que haja decisivas mudanças na vida; tudo que seja ofensivo a Deus tem de ser renunciado. Este será o resultado da genuína tristeza pelo pecado.” (Isaías 1:16-17. Caminho a Cristo, p. 39.1).

 

VI – CONCLUSÃO

ILUSTRAÇÃO: FIREWEED – A PLANTA DE FOGO, A PLANTA RESTAURADORA

1. Existe na América do Norte, especialmente no Canadá, a planta fireweed. Fireweed é classificada como uma planta RESTAURADORA.

2. Aparece em áreas previamente queimadas, brotando das cinzas onde os incêndios devastaram a paisagem.

3. Essa é uma planta única em termos de cura da terra, devido ao seu extraordinário âmbito de ação e à sua capacidade de surgir em áreas e regiões devastadas por incêndios.

4. Ela forma uma rede elétrica de energia restauradora. A vibração dessa planta funde-se à vibração do solo, purificando e renovando seu padrão e permitindo que ele atraia nova vida vegetal ao seu redor.

4. Uma vez que a floresta fica densa com árvores e arbustos, as plantas desaparecem. As sementes da erva-do-fogo permanecem adormecidas por anos no solo, até que um novo clarão limpe a terra.

5. Conforme a luz do sol atinge o solo devastado pelo fogo, as sementes adormecidas da erva-do-fogo se erguem novamente para saudar o sol e começar seu trabalho RESTAURADOR mais uma vez.

 

APLICAÇÃO:

Não importa se sua vida esteja em cinzas, O Espírito Santo tem o poder de reavivar e RESTAURAR qualquer tipo de solo destruído pelas mazelas deste mundo.

Assim como a semente da fireweed espera pacientemente o momento para reaparecer e transformar as cinzas em vida, O Espírito Santo espera nossa permissão através da CONSAGRAÇÃO para RESTAURAR a nossa vida espiritual.

 

APELO:

É hora de CONSAGRAÇÃO e RESTAURAÇÃO! É hora de um reavivamento em nossas vidas! Vamos nos humilhar, orar, buscar a face de Deus e abandonar os caminhos maus, e Ele nos agraciará com o fogo do Espírito Santo para ativar uma nova onda de vida espiritual em nós.

Quantos desejam buscar a Deus intensamente e experimentar o batismo diário do Espírito Santo?

Amém! Vamos orar!

Pr. Luciano Salviano

 

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